Que bom olhar pro lado encontrar você
Depois de tantas chances perdidas
Eu quero esperar pelo amanhecer.
Quero ver o sol refletindo em você.
Aqui estou na difícil missão de levar a você,
uma mensagem que possa ser.
Como uma luz ou um mantra, nós não somos mais
crianças.
Um dia acontece, a gente tem que crescer
Temos que encarar a responsa
Eu não deixei de achar graça nas coisas
Simplesmente hoje eu quero ser levado a sério.
As coisas mudam sempre mas a vida não é só como eu
espero.
Existe um dom natural que todos temos
Nossas escolhas vão dizer pra onde iremos
Mas se for pra falar de algo bom
Eu sempre vou lembrar de você (...)



Corpos livres mentes perdidas...
E viver e cantar, não importa qual seja o dia Vamos viver, vadiar, o que importa é nossa alegria
Um Poeta em Crise

theme by sabedorias, with details
by sk8er-girl, desesperancoso, affectingyou e late-to-write.
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(Source: singlikeamockingjay)



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(Source: realidade-paralela)



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O salário mínimo do Brasil é um dos piores da América Latina, enquanto os políticos brasileiros são os mais bem pagos do mundo. Mas as pessoas não se importam com isso, porque estão ocupadas demais discutindo sobre BBB e futebol. 

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Não importa como você olha, a vida é estranha. Muito estranha. Por exemplo: é um fato inquestionável que somos todos feitos exatamente da mesma substância das formas de vida mais inteligentes, criativas e magníficas do Universo. Isso inclui batatas, lesmas e suflê de chuchu, o que talvez explique por que tantas coisas na vida não fazem sentido.
Para começar, por que nos impressionamos e ficamos tão obcecados com coisas e feitos de grandes dimensões, quando na verdade são coisas pequeninhas que, combinadas, tornam as grandes coisas possíveis? Por que tentamos criar nossos próprios mundinhos para ter a ilusão de que controlamos completamente nossa existência, quando sabemos muito bem que não controlamos? Por que afirmamos a toda hora que a individualidade é a essência da nossa maneira de ser, e depois aceitamos um grau degradante de conformismo em quase todos os aspectos das nossas vidas? Por que as crianças acreditam em fadas e “gente grande” não? E por que nos grilamos tanto com as nossas discordâncias, quando de fato são as nossas diferenças que tornam a vida interessante?
Afinal, se metade do mundo está sempre de cabeça para baixo, seria impossível todos concordarem sobre tudo. Mesmo algo tão básico e profundo como “não mastigue com a boca aberta” é uma regra menos universal do que você poderia imaginar.
Por que será que quando as paixões se inflamam a gente opta por discutir e brigar, se quando dançar um ‘chá-chá-chá’ é muito menos estressante, muito mais agradável e alivia a tensão do mesmo jeito? Por que gostamos de sentir que somos membros de uma espécie, e ao mesmo tempo construímos tantas barreiras defensivas em torno dos nossos sentimentos que nunca conseguimos ser realmente próximos de alguém?
Talvez a confusão exista porque a vida nem sempre é o que parece.
Como espécie, somos obcecados pela aparência. Usamos filtros para só ver o que queremos ver. Quando finalmente abrimos os olhos, podemos nos chocar com o modo obscuro com que olhávamos o mundo de acordo com nossos planos mesquinhos. Sem os filtros, você pode olhar com mais clareza para você mesmo e fazer perguntas objetivas sobre o universo e o seu lugar nele. Em outras palavras, investigar o sentido da vida. Afinal, do que se trata a vida?
Bem, já se ouviu muito que a vida é uma viagem. Mas uma viagem para onde, exatamente?
Há quem diga que o sentido da vida é adquirir sabedoria. Se isso é verdade, por que os sábios costumam se vestir tão mal?
Outros dizem que a vida não tem sentido. Que a vida apenas “é”. Coisa profunda. E há os que digam que só estamos no mundo para ter uma família. Afinal, a necessidade de deixar descendentes em seu lugar está no mapa genético de todo o ser vivo. No entanto, isto significa que toda a nossa existência é determinada pelo impulso sexual. Tudo bem, um fim de semana prolongado pode ser, mas toda a nossa existência? Sei não.
Aliás, chegue um pouco mais perto, tenho um segredo para lhe contar…
TODA ESTA CONVERSA É COMPLETAMENTE IMBECIL!
O único tema que ressoa em todas as muitas teorias populares sobre a vida é o amor. O amor, em todas as suas frágeis formas, é a força poderosa e duradoura que dá sentido real a todos as vidas. Claro que não estou falando do amor romântico, tipo “beijinho-beijinho”, embora este também seja uma força poderosa. É sabido que um coração partido dói muito mais do que suco de limão num corte no dedo feito com papel. Mas o amor a que me refiro é o fogo que queima dentro de cada um, o calor interno que impede a nossa alma de congelar nos invernos de desesperança. E o amor à vida em si. É a voz que diz: “Celebre a vida, seja criativo!” E traz a paixão e a compreensão de que, se há coisas pelas quais vale a pena morrer, há muito mais coisas pelas quais viver. É o que nos encoraja a receber cada novo momento como se recebe um velho amigo no aeroporto, a abraçar cada nova oportunidade de expressar a nossa felicidade por estar vivo. Este amor à vida nos leva a ajudar os outros simplesmente porque nos sentimos bem fazendo isto. Todos sabemos como é maravilhoso se sentir confiável e dar apoio a familiares e amigos (claro, dentro de certos limites).
Mas, por mais que soe verdadeiro falar que “estamos aqui para viver a vida que amamos”, isto ainda traz um monte de perguntas pegajosas.
Especificamente: por que, exatamente, você está aqui? O que você ama de verdade?
Quem não se faz essas perguntas invariavelmente passa a vida sem saber por que ela não é muito mais divertida.
Muitas vezes se sente como se tivesse sido deixado para trás, ou não sabe como explicar, mas sente que alguma coisa simplesmente não cheira bem. A verdade é que frequentemente nos concentramos tanto no que estamos fazendo que não vemos para onde estamos indo.
Mas o que estamos fazendo, afinal? O mundo moderno está cheio de distrações, metas e prioridades discutíveis.
O dia e a noite se confundem. Somos impelidos por uma avalanche de medos e desejos para uma corrida que não podemos vencer. E corremos, corremos, corremos para chegar a um ponto ideal nas nossas vidas e… E o que?
É como ir ao supermercado, sair do carro e esquecer o que você tinha ido comprar. Tantas vezes começamos sonhando com uma vida maravilhosa, selvagem e livre que geralmente é muito distante da que acabamos levando.
E o triste é que quase sempre descobrimos isso tarde demais, quando é impossivel recomeçar. E, acredite, existem algumas sensações terríveis neste mundo. Como a culpa por ter passado o dia inteiro sem fazer nada, ou o arrependimento por não ter ajudado um amigo num momento difícil, e vergonha do tipo “não acredito que eu fiz aquilo no nosso primeiro encontro!”.
Mas, de todas as sensações que deixam você doente, nenhuma é pior do que saber que teve a oportunidade de fazer o que ama de verdade e não aproveitou. […] (Bradley Trevor Greive)

Não importa como você olha, a vida é estranha. Muito estranha. Por exemplo: é um fato inquestionável que somos todos feitos exatamente da mesma substância das formas de vida mais inteligentes, criativas e magníficas do Universo. Isso inclui batatas, lesmas e suflê de chuchu, o que talvez explique por que tantas coisas na vida não fazem sentido.

Para começar, por que nos impressionamos e ficamos tão obcecados com coisas e feitos de grandes dimensões, quando na verdade são coisas pequeninhas que, combinadas, tornam as grandes coisas possíveis? Por que tentamos criar nossos próprios mundinhos para ter a ilusão de que controlamos completamente nossa existência, quando sabemos muito bem que não controlamos? Por que afirmamos a toda hora que a individualidade é a essência da nossa maneira de ser, e depois aceitamos um grau degradante de conformismo em quase todos os aspectos das nossas vidas? Por que as crianças acreditam em fadas e “gente grande” não? E por que nos grilamos tanto com as nossas discordâncias, quando de fato são as nossas diferenças que tornam a vida interessante?

Afinal, se metade do mundo está sempre de cabeça para baixo, seria impossível todos concordarem sobre tudo. Mesmo algo tão básico e profundo como “não mastigue com a boca aberta” é uma regra menos universal do que você poderia imaginar.

Por que será que quando as paixões se inflamam a gente opta por discutir e brigar, se quando dançar um ‘chá-chá-chá’ é muito menos estressante, muito mais agradável e alivia a tensão do mesmo jeito? Por que gostamos de sentir que somos membros de uma espécie, e ao mesmo tempo construímos tantas barreiras defensivas em torno dos nossos sentimentos que nunca conseguimos ser realmente próximos de alguém?

Talvez a confusão exista porque a vida nem sempre é o que parece.

Como espécie, somos obcecados pela aparência. Usamos filtros para só ver o que queremos ver. Quando finalmente abrimos os olhos, podemos nos chocar com o modo obscuro com que olhávamos o mundo de acordo com nossos planos mesquinhos. Sem os filtros, você pode olhar com mais clareza para você mesmo e fazer perguntas objetivas sobre o universo e o seu lugar nele. Em outras palavras, investigar o sentido da vida. Afinal, do que se trata a vida?

Bem, já se ouviu muito que a vida é uma viagem. Mas uma viagem para onde, exatamente?

Há quem diga que o sentido da vida é adquirir sabedoria. Se isso é verdade, por que os sábios costumam se vestir tão mal?

Outros dizem que a vida não tem sentido. Que a vida apenas “é”. Coisa profunda. E há os que digam que só estamos no mundo para ter uma família. Afinal, a necessidade de deixar descendentes em seu lugar está no mapa genético de todo o ser vivo. No entanto, isto significa que toda a nossa existência é determinada pelo impulso sexual. Tudo bem, um fim de semana prolongado pode ser, mas toda a nossa existência? Sei não.

Aliás, chegue um pouco mais perto, tenho um segredo para lhe contar…

TODA ESTA CONVERSA É COMPLETAMENTE IMBECIL!

O único tema que ressoa em todas as muitas teorias populares sobre a vida é o amor. O amor, em todas as suas frágeis formas, é a força poderosa e duradoura que dá sentido real a todos as vidas. Claro que não estou falando do amor romântico, tipo “beijinho-beijinho”, embora este também seja uma força poderosa. É sabido que um coração partido dói muito mais do que suco de limão num corte no dedo feito com papel. Mas o amor a que me refiro é o fogo que queima dentro de cada um, o calor interno que impede a nossa alma de congelar nos invernos de desesperança. E o amor à vida em si. É a voz que diz: “Celebre a vida, seja criativo!” E traz a paixão e a compreensão de que, se há coisas pelas quais vale a pena morrer, há muito mais coisas pelas quais viver. É o que nos encoraja a receber cada novo momento como se recebe um velho amigo no aeroporto, a abraçar cada nova oportunidade de expressar a nossa felicidade por estar vivo. Este amor à vida nos leva a ajudar os outros simplesmente porque nos sentimos bem fazendo isto. Todos sabemos como é maravilhoso se sentir confiável e dar apoio a familiares e amigos (claro, dentro de certos limites).

Mas, por mais que soe verdadeiro falar que “estamos aqui para viver a vida que amamos”, isto ainda traz um monte de perguntas pegajosas.

Especificamente: por que, exatamente, você está aqui? O que você ama de verdade?

Quem não se faz essas perguntas invariavelmente passa a vida sem saber por que ela não é muito mais divertida.

Muitas vezes se sente como se tivesse sido deixado para trás, ou não sabe como explicar, mas sente que alguma coisa simplesmente não cheira bem. A verdade é que frequentemente nos concentramos tanto no que estamos fazendo que não vemos para onde estamos indo.

Mas o que estamos fazendo, afinal? O mundo moderno está cheio de distrações, metas e prioridades discutíveis.

O dia e a noite se confundem. Somos impelidos por uma avalanche de medos e desejos para uma corrida que não podemos vencer. E corremos, corremos, corremos para chegar a um ponto ideal nas nossas vidas e… E o que?

É como ir ao supermercado, sair do carro e esquecer o que você tinha ido comprar. Tantas vezes começamos sonhando com uma vida maravilhosa, selvagem e livre que geralmente é muito distante da que acabamos levando.

E o triste é que quase sempre descobrimos isso tarde demais, quando é impossivel recomeçar. E, acredite, existem algumas sensações terríveis neste mundo. Como a culpa por ter passado o dia inteiro sem fazer nada, ou o arrependimento por não ter ajudado um amigo num momento difícil, e vergonha do tipo “não acredito que eu fiz aquilo no nosso primeiro encontro!”.

Mas, de todas as sensações que deixam você doente, nenhuma é pior do que saber que teve a oportunidade de fazer o que ama de verdade e não aproveitou. […] (Bradley Trevor Greive)

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Eu quero esperar pelo amanhecer.
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Aqui estou na difícil missão de levar a você,
uma mensagem que possa ser.
Como uma luz ou um mantra, nós não somos mais
crianças.
Um dia acontece, a gente tem que crescer
Temos que encarar a responsa
Eu não deixei de achar graça nas coisas
Simplesmente hoje eu quero ser levado a sério.
As coisas mudam sempre mas a vida não é só como eu
espero.
Existe um dom natural que todos temos
Nossas escolhas vão dizer pra onde iremos
Mas se for pra falar de algo bom
Eu sempre vou lembrar de você (...)



Corpos livres mentes perdidas...
E viver e cantar, não importa qual seja o dia Vamos viver, vadiar, o que importa é nossa alegria
Um Poeta em Crise

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Não importa como você olha, a vida é estranha. Muito estranha. Por exemplo: é um fato inquestionável que somos todos feitos exatamente da mesma substância das formas de vida mais inteligentes, criativas e magníficas do Universo. Isso inclui batatas, lesmas e suflê de chuchu, o que talvez explique por que tantas coisas na vida não fazem sentido.
Para começar, por que nos impressionamos e ficamos tão obcecados com coisas e feitos de grandes dimensões, quando na verdade são coisas pequeninhas que, combinadas, tornam as grandes coisas possíveis? Por que tentamos criar nossos próprios mundinhos para ter a ilusão de que controlamos completamente nossa existência, quando sabemos muito bem que não controlamos? Por que afirmamos a toda hora que a individualidade é a essência da nossa maneira de ser, e depois aceitamos um grau degradante de conformismo em quase todos os aspectos das nossas vidas? Por que as crianças acreditam em fadas e “gente grande” não? E por que nos grilamos tanto com as nossas discordâncias, quando de fato são as nossas diferenças que tornam a vida interessante?
Afinal, se metade do mundo está sempre de cabeça para baixo, seria impossível todos concordarem sobre tudo. Mesmo algo tão básico e profundo como “não mastigue com a boca aberta” é uma regra menos universal do que você poderia imaginar.
Por que será que quando as paixões se inflamam a gente opta por discutir e brigar, se quando dançar um ‘chá-chá-chá’ é muito menos estressante, muito mais agradável e alivia a tensão do mesmo jeito? Por que gostamos de sentir que somos membros de uma espécie, e ao mesmo tempo construímos tantas barreiras defensivas em torno dos nossos sentimentos que nunca conseguimos ser realmente próximos de alguém?
Talvez a confusão exista porque a vida nem sempre é o que parece.
Como espécie, somos obcecados pela aparência. Usamos filtros para só ver o que queremos ver. Quando finalmente abrimos os olhos, podemos nos chocar com o modo obscuro com que olhávamos o mundo de acordo com nossos planos mesquinhos. Sem os filtros, você pode olhar com mais clareza para você mesmo e fazer perguntas objetivas sobre o universo e o seu lugar nele. Em outras palavras, investigar o sentido da vida. Afinal, do que se trata a vida?
Bem, já se ouviu muito que a vida é uma viagem. Mas uma viagem para onde, exatamente?
Há quem diga que o sentido da vida é adquirir sabedoria. Se isso é verdade, por que os sábios costumam se vestir tão mal?
Outros dizem que a vida não tem sentido. Que a vida apenas “é”. Coisa profunda. E há os que digam que só estamos no mundo para ter uma família. Afinal, a necessidade de deixar descendentes em seu lugar está no mapa genético de todo o ser vivo. No entanto, isto significa que toda a nossa existência é determinada pelo impulso sexual. Tudo bem, um fim de semana prolongado pode ser, mas toda a nossa existência? Sei não.
Aliás, chegue um pouco mais perto, tenho um segredo para lhe contar…
TODA ESTA CONVERSA É COMPLETAMENTE IMBECIL!
O único tema que ressoa em todas as muitas teorias populares sobre a vida é o amor. O amor, em todas as suas frágeis formas, é a força poderosa e duradoura que dá sentido real a todos as vidas. Claro que não estou falando do amor romântico, tipo “beijinho-beijinho”, embora este também seja uma força poderosa. É sabido que um coração partido dói muito mais do que suco de limão num corte no dedo feito com papel. Mas o amor a que me refiro é o fogo que queima dentro de cada um, o calor interno que impede a nossa alma de congelar nos invernos de desesperança. E o amor à vida em si. É a voz que diz: “Celebre a vida, seja criativo!” E traz a paixão e a compreensão de que, se há coisas pelas quais vale a pena morrer, há muito mais coisas pelas quais viver. É o que nos encoraja a receber cada novo momento como se recebe um velho amigo no aeroporto, a abraçar cada nova oportunidade de expressar a nossa felicidade por estar vivo. Este amor à vida nos leva a ajudar os outros simplesmente porque nos sentimos bem fazendo isto. Todos sabemos como é maravilhoso se sentir confiável e dar apoio a familiares e amigos (claro, dentro de certos limites).
Mas, por mais que soe verdadeiro falar que “estamos aqui para viver a vida que amamos”, isto ainda traz um monte de perguntas pegajosas.
Especificamente: por que, exatamente, você está aqui? O que você ama de verdade?
Quem não se faz essas perguntas invariavelmente passa a vida sem saber por que ela não é muito mais divertida.
Muitas vezes se sente como se tivesse sido deixado para trás, ou não sabe como explicar, mas sente que alguma coisa simplesmente não cheira bem. A verdade é que frequentemente nos concentramos tanto no que estamos fazendo que não vemos para onde estamos indo.
Mas o que estamos fazendo, afinal? O mundo moderno está cheio de distrações, metas e prioridades discutíveis.
O dia e a noite se confundem. Somos impelidos por uma avalanche de medos e desejos para uma corrida que não podemos vencer. E corremos, corremos, corremos para chegar a um ponto ideal nas nossas vidas e… E o que?
É como ir ao supermercado, sair do carro e esquecer o que você tinha ido comprar. Tantas vezes começamos sonhando com uma vida maravilhosa, selvagem e livre que geralmente é muito distante da que acabamos levando.
E o triste é que quase sempre descobrimos isso tarde demais, quando é impossivel recomeçar. E, acredite, existem algumas sensações terríveis neste mundo. Como a culpa por ter passado o dia inteiro sem fazer nada, ou o arrependimento por não ter ajudado um amigo num momento difícil, e vergonha do tipo “não acredito que eu fiz aquilo no nosso primeiro encontro!”.
Mas, de todas as sensações que deixam você doente, nenhuma é pior do que saber que teve a oportunidade de fazer o que ama de verdade e não aproveitou. […] (Bradley Trevor Greive)

Não importa como você olha, a vida é estranha. Muito estranha. Por exemplo: é um fato inquestionável que somos todos feitos exatamente da mesma substância das formas de vida mais inteligentes, criativas e magníficas do Universo. Isso inclui batatas, lesmas e suflê de chuchu, o que talvez explique por que tantas coisas na vida não fazem sentido.

Para começar, por que nos impressionamos e ficamos tão obcecados com coisas e feitos de grandes dimensões, quando na verdade são coisas pequeninhas que, combinadas, tornam as grandes coisas possíveis? Por que tentamos criar nossos próprios mundinhos para ter a ilusão de que controlamos completamente nossa existência, quando sabemos muito bem que não controlamos? Por que afirmamos a toda hora que a individualidade é a essência da nossa maneira de ser, e depois aceitamos um grau degradante de conformismo em quase todos os aspectos das nossas vidas? Por que as crianças acreditam em fadas e “gente grande” não? E por que nos grilamos tanto com as nossas discordâncias, quando de fato são as nossas diferenças que tornam a vida interessante?

Afinal, se metade do mundo está sempre de cabeça para baixo, seria impossível todos concordarem sobre tudo. Mesmo algo tão básico e profundo como “não mastigue com a boca aberta” é uma regra menos universal do que você poderia imaginar.

Por que será que quando as paixões se inflamam a gente opta por discutir e brigar, se quando dançar um ‘chá-chá-chá’ é muito menos estressante, muito mais agradável e alivia a tensão do mesmo jeito? Por que gostamos de sentir que somos membros de uma espécie, e ao mesmo tempo construímos tantas barreiras defensivas em torno dos nossos sentimentos que nunca conseguimos ser realmente próximos de alguém?

Talvez a confusão exista porque a vida nem sempre é o que parece.

Como espécie, somos obcecados pela aparência. Usamos filtros para só ver o que queremos ver. Quando finalmente abrimos os olhos, podemos nos chocar com o modo obscuro com que olhávamos o mundo de acordo com nossos planos mesquinhos. Sem os filtros, você pode olhar com mais clareza para você mesmo e fazer perguntas objetivas sobre o universo e o seu lugar nele. Em outras palavras, investigar o sentido da vida. Afinal, do que se trata a vida?

Bem, já se ouviu muito que a vida é uma viagem. Mas uma viagem para onde, exatamente?

Há quem diga que o sentido da vida é adquirir sabedoria. Se isso é verdade, por que os sábios costumam se vestir tão mal?

Outros dizem que a vida não tem sentido. Que a vida apenas “é”. Coisa profunda. E há os que digam que só estamos no mundo para ter uma família. Afinal, a necessidade de deixar descendentes em seu lugar está no mapa genético de todo o ser vivo. No entanto, isto significa que toda a nossa existência é determinada pelo impulso sexual. Tudo bem, um fim de semana prolongado pode ser, mas toda a nossa existência? Sei não.

Aliás, chegue um pouco mais perto, tenho um segredo para lhe contar…

TODA ESTA CONVERSA É COMPLETAMENTE IMBECIL!

O único tema que ressoa em todas as muitas teorias populares sobre a vida é o amor. O amor, em todas as suas frágeis formas, é a força poderosa e duradoura que dá sentido real a todos as vidas. Claro que não estou falando do amor romântico, tipo “beijinho-beijinho”, embora este também seja uma força poderosa. É sabido que um coração partido dói muito mais do que suco de limão num corte no dedo feito com papel. Mas o amor a que me refiro é o fogo que queima dentro de cada um, o calor interno que impede a nossa alma de congelar nos invernos de desesperança. E o amor à vida em si. É a voz que diz: “Celebre a vida, seja criativo!” E traz a paixão e a compreensão de que, se há coisas pelas quais vale a pena morrer, há muito mais coisas pelas quais viver. É o que nos encoraja a receber cada novo momento como se recebe um velho amigo no aeroporto, a abraçar cada nova oportunidade de expressar a nossa felicidade por estar vivo. Este amor à vida nos leva a ajudar os outros simplesmente porque nos sentimos bem fazendo isto. Todos sabemos como é maravilhoso se sentir confiável e dar apoio a familiares e amigos (claro, dentro de certos limites).

Mas, por mais que soe verdadeiro falar que “estamos aqui para viver a vida que amamos”, isto ainda traz um monte de perguntas pegajosas.

Especificamente: por que, exatamente, você está aqui? O que você ama de verdade?

Quem não se faz essas perguntas invariavelmente passa a vida sem saber por que ela não é muito mais divertida.

Muitas vezes se sente como se tivesse sido deixado para trás, ou não sabe como explicar, mas sente que alguma coisa simplesmente não cheira bem. A verdade é que frequentemente nos concentramos tanto no que estamos fazendo que não vemos para onde estamos indo.

Mas o que estamos fazendo, afinal? O mundo moderno está cheio de distrações, metas e prioridades discutíveis.

O dia e a noite se confundem. Somos impelidos por uma avalanche de medos e desejos para uma corrida que não podemos vencer. E corremos, corremos, corremos para chegar a um ponto ideal nas nossas vidas e… E o que?

É como ir ao supermercado, sair do carro e esquecer o que você tinha ido comprar. Tantas vezes começamos sonhando com uma vida maravilhosa, selvagem e livre que geralmente é muito distante da que acabamos levando.

E o triste é que quase sempre descobrimos isso tarde demais, quando é impossivel recomeçar. E, acredite, existem algumas sensações terríveis neste mundo. Como a culpa por ter passado o dia inteiro sem fazer nada, ou o arrependimento por não ter ajudado um amigo num momento difícil, e vergonha do tipo “não acredito que eu fiz aquilo no nosso primeiro encontro!”.

Mas, de todas as sensações que deixam você doente, nenhuma é pior do que saber que teve a oportunidade de fazer o que ama de verdade e não aproveitou. […] (Bradley Trevor Greive)

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